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Abilenio Vicente Dos Santos

Abilenio Vicente Dos Santos

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Thaisa: força dentro e fora das quadras

Publicado em ESPORTES
Domingo, 12 Mai 2019 10:43

Bicampeã olímpica avisa que vai se dedicar 300% no Minas, revela que já superou depressão com muita força de vontade e diz como lida com comentários negativos nas redes sociais.

Aos 31 anos, a bicampeã olímpica Thaisa é cobiçada por clubes e atrai milhares de seguidores nas redes sociais, carregando uma história de força dentro e fora das quadras. De casa nova, no Itambé-Minas, onde jogou de 2002 a 2005, ela mantém os pés no chão ao chegar ao atual campeão da Superliga e promete disposição: "Ainda é muito cedo para falar sobre projeção no time que está praticamente todo reformulado. O que posso dizer é que vou treinar muito, me dedicar 300% para dar o meu melhor em quadra e poder ajudar ao máximo a equipe".
Já consagrada, Thaisa mostrou que não iria se intimidar diante da grave lesão no joelho esquerdo, que a fez ficar 10 meses afastada das quadras, entre 2017 e o início de 2018. Voltou a jogar, retornou à Seleção e, neste ano, decidiu, em nome da longevidade na carreira, despedir-se da equipe brasileira: "Precisamos aprender a ouvir o nosso corpo e foi o que eu fiz".
Fora das quadras, ela faz sucesso: são 505 mil seguidores no Instagram, onde interage com os fãs. Nesta semana, postou vídeos falando sobre redes sociais e contando que lida bem com comentários negativos, mas que se preocupa como outras pessoas podem absorver isso. Nesse contexto, revelou que sofreu depressão uns anos atrás.
 
À coluna, ela conta como superou a fase difícil: "Consegui com a ajuda dos meus pais e amigos que se importavam comigo. Foi muito, mas muito difícil mesmo. Meus pais choravam escondidos por verem minha situação. Eu realmente não sabia como fazer, ou o que fazer, para sair daquela situação. Só sentia vontade de chorar, não comia, e dormia no máximo duas, três horas por noite/dia. Foi uma luta muito grande. Mas que, com muita força de vontade, eu consegui vencer".
Perguntada se o seu caso pode ajudar outras pessoas, ela responde: "Não costumo falar muito sobre isso, mas acredito que sim. As pessoas falam muito de amor ao próximo, de 'um mundo sem julgamentos' e blá blá blá, mas na prática a história é outra. Muitas pessoas parecem que se sentem bem em criticar, ofender, fazer comentários destrutivos aos outros". E prossegue: "Eu não me incomodo. Graças a Deus me tornei uma pessoa muito forte após vários problemas e sofrimentos, mas comentários e 'opiniões' maldosos muitas vezes são recebidos como um soco no estômago por pessoas mais frágeis ou que passam por um momento difícil".
 
Por ANA CARLA GOMES
 
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Depois de muito se discutir a questão do armamento da população no Brasil, o novo decreto do presidente Jair Bolsonaro (PSL) que facilita o porte de armas pode acabar sendo derrubado não por questões ligadas à segurança ou violência, mas por uma situação jurídica.

O decreto, assinado pelo presidente no dia 7 de maio, amplia em muito as atuais condições que autorizam o porte de armas. As medidas incluídas no texto facilitam que certos profissionais - como advogados, caminhoneiros e políticos eleitos, por exemplo - portem armas de fogo carregadas.

O texto também aumenta o número de munições que podem ser compradas por cidadãos que tenham autorização.

Mas, menos de uma semana depois, um parecer da Câmara dos Deputados disse que o decreto contém ilegalidades e o Supremo Tribunal Federal (STF) analisa uma ação que questiona sua constitucionalidade.

Nesta sexta-feira (10), a ministra Rosa Weber, do STF, resolveu dar oportunidade para o presidente explicar o decreto antes de decidir sobre a ação que pede a anulação do documento, pedida pela Rede Sustentabilidade. Ela também vai ouvir o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e a Advocacia-Geral da União (AGU).

Ou seja, o decreto está sob questionamento em duas frentes: ele pode acabar sendo suspenso total ou parcialmente pelo STF, ou pode ser derrubado pelo Congresso Nacional, que também tem instrumentos legais para fazê-lo.

Bolsonaro assinou novo decreto para flexibilizar regras sobre armas nesta terça

Bolsonaro assinou novo decreto para flexibilizar regras sobre armas no dia 7 de maio

WILSON DIAS/AGÊNCIA BRASIL

Argumentos técnicos

Mas afinal, quais seriam os motivos para isso?

A ação da Rede diz que o decreto é inconstitucional porque o presidente extrapolou seus poderes ao tentar contrariar as leis já existentes. Essa é também a conclusão do parecer da Câmara, que destaca diversas ilegalidades no decreto. Especialistas em direito constitucional ouvidos pela BBC News Brasil concordam com essas avaliações.

"Não há dúvida nenhuma de que o decreto é escancaradamente ilegal. E por ser ilegal ele é inconstitucional", diz Marcos Perez, professor da Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo).

Ele explica: o Brasil já possui uma lei sobre armamento e o presidente tem o poder de fazer um decreto para regulamentá-la, ou seja, especificar detalhes que são tratados de maneira ampla na lei e terminar como ela será aplicada. Mas seu decreto não pode contradizer essa lei, porque a Constituição determina uma hierarquia de normas: um decreto (criado pelo presidente) está abaixo de uma lei, (criada pelo Congresso).

Ou seja, ao ter ilegalidades, o decreto é automaticamente inconstitucional.

"Ao tentar contrariar as leis com um decreto, o presidente não está apenas regulamentando, ele está extrapolando", afirma Luis Guilherme Arcaro Ponci, professor de Direito Constitucional da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica). Segundo ele, essa atitude fere a separação de poderes. "Mudar uma lei é algo que não pode ser feito por decreto"

A ilegalidade mais evidente, apontam os constitucionalistas, é o trecho que facilita porte para certas profissões (advogados, caminhoneiros, políticos eleitos, entre outros).

"O Estatuto do Desarmamento, que é a lei vigente, estabelece a possibilidade de porte para profissionais que comprovarem efetiva necessidade", explica Ponci. "Ao facilitar o porte para toda uma categoria, você elimina a exigência de comprovar necessidade, o que é ilegal."

Bolsonaro durante campanha a Presidência

Facilitar o porte de armas foi uma das principais bandeiras do presidente durante a campanha

REPRODUÇÃO/YOUTUBE

"Isso cria uma presunção de necessidade, está avançando o sinal", afirma Marcos Soares, da Comissão de Segurança Pública da OAB-SP. "Independentemente de ser a favor ou contra [o porte de armas], é preciso respeitar a questão da hierarquia da lei a separação dos Poderes."

Segundo ele, criar uma nova política em relação às armas contrária a lei existente é algo que necessariamente precisaria ser feito pelo Legislativo. Ou seja, o governo deveria propor um projeto ao Congresso e articular para aprová-lo.

"Um decreto não pode contrariar a própria lei que pretende regulamentar", diz Ponci.

"Se você tem uma lei federal cujo objetivo é restringir o acesso, você não pode ampliá-lo por decreto. Isso precisaria ser discutido pelo Legislativo, a lei teria que ser revogada. Hoje você tem muitos projetos de lei que pretendem alterar o Estatuto do Desarmamento", diz ele.

Principais pontos

A liberação de porte para várias categorias profissionais pode ser o ponto mais claramente ilegal, mas não é o único, segundos os juristas.

Ponci cita, por exemplo, a facilitação de porte para "moradores de áreas rurais".

"No interior de SP, há áreas consideradas rurais em que há condomínios de luxo. Ter uma chácara a 10 km da cidade é muito diferente de ser um produtor rural em uma área afastada. Não pode haver presunção (de necessidade de armas) em situações tão distintas", diz Ponci.

O parecer da Câmara dos deputados também aponta outros trechos do decreto que contrariam a lei vigente.

O decreto não estabelece validade para o porte, nem área de vigência – e a determinação desses dois fatores é exigida pela legislação. O documento da Câmara também aponta que o decreto amplia o porte para todos os praças das Forças Armadas, um assunto que deve ser regulado pela própria Marinha, Exército e Aeronáutica, e não pelo presidente da república.

Feira de defesa no Rio

O decreto não estabelece validade para o porte, nem área de vigência, como exige a legislação

EPA/ANTONIO LACERDA

O Senado também elaborou uma nota técnica apontando diversos problemas no decreto. Nela, a Casa destaca que não está questionando "o mérito e a razão" das medidas mas o "extravasamento" de poder que o decreto representa – ou seja, o que está em discussão não é a questão do armamento, mas o possível abuso de poder do presidente ao tentar forçar uma decisão contrária à lei sem passar pelo poder Legislativo.

O que acontece agora?

Tanto o Congresso quanto o STF podem derrubar o decreto do presidente.

A ação da Rede no STF é uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) –tipo de ação de insconstitucionalidade– que pede uma decisão liminar (em caráter de urgência) parar suspender o decreto. A ministra Rosa Weber deve decidir sobre o pedido depois de ouvir o presidente Jair Bolsonaro – ele tem cinco dias para explicar o decreto a partir da data em receber a notificação da Corte, o que ainda não ocorreu.

Em um evento na tarde de sexta (10), Bolsonaro disse que se o decreto "é inconstitucional, tem que deixar de existir. Quem vai dar a palavra final vai ser o Plenário da Câmara. Ou a Justiça".

Há alguns caminhos que podem ser seguidos pela ministra Rosa Weber em sua decisão. Ela pode:

  • Suspender o decreto total ou parcialmente em decisão liminar e encaminhar a ADPF para avaliação pelo plenário do STF
  • Negar a liminar e encaminhar a ADPF para o plenário
  • Encaminhar a liminar para avaliação do plenário (o que os analistas dizem ser improvável)
  • Não acatar a ADPF, caso em que a ação nem chegaria a ser avaliada pelo colegiado de ministros

Independentemente da decisão do Supremo, o Congresso também tem mecanismos para suspender o decreto. Como explica Marcos Perez, da USP, seria preciso um decreto legislativo para revogar o ato do presidente.

"É algo relativamente fácil, seria necessário ter maioria simples na Câmara e no Senado", explica Luis Ponci, da PUC.

Os constitucionalistas afirmam que o Executivo extravasar seu poder em um assunto como essa não é uma questão marginal. "São questões fundamentais para o Estado de Direto, a separação do Poder, a hierarquia das leis".

Marcos Soares, da Comissão de Segurança Pública da OAB-SP, acredita que o STF deve barrar o decreto, ao menos nas partes que contrariam a legislação. "Editar um decreto que não será efetivo gera uma insegurança, uma confusão na população", diz.

Para Marcos Perez, da USP, a questão exige um debate longo e editar um decreto "que provavelmente será derrubado" é um "desserviço".

"Claro que pode ser um factóide (por parte da Presidência), para dizer 'eu tentei fazer, mas o Congresso e o Supremo não deixaram", diz Perez. "Se as instituições estiverem funcionando, ele será suspenso ao menos em parte."

O Senado também elaborou uma nota técnica apontando diversos problemas no decreto. Nela, a Casa destaca que não está questionando "o mérito e a razão" das medidas mas o "extravasamento" de poder que o decreto representa – ou seja, o que está em discussão não é a questão do armamento, mas o possível abuso de poder do presidente ao tentar forçar uma decisão contrária à lei sem passar pelo poder Legislativo.

O que acontece agora?

Tanto o Congresso quanto o STF podem derrubar o decreto do presidente.

A ação da Rede no STF é uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) –tipo de ação de insconstitucionalidade– que pede uma decisão liminar (em caráter de urgência) parar suspender o decreto. A ministra Rosa Weber deve decidir sobre o pedido depois de ouvir o presidente Jair Bolsonaro – ele tem cinco dias para explicar o decreto a partir da data em receber a notificação da Corte, o que ainda não ocorreu.

Em um evento na tarde de sexta (10), Bolsonaro disse que se o decreto "é inconstitucional, tem que deixar de existir. Quem vai dar a palavra final vai ser o Plenário da Câmara. Ou a Justiça".

Há alguns caminhos que podem ser seguidos pela ministra Rosa Weber em sua decisão. Ela pode:

  • Suspender o decreto total ou parcialmente em decisão liminar e encaminhar a ADPF para avaliação pelo plenário do STF
  • Negar a liminar e encaminhar a ADPF para o plenário
  • Encaminhar a liminar para avaliação do plenário (o que os analistas dizem ser improvável)
  • Não acatar a ADPF, caso em que a ação nem chegaria a ser avaliada pelo colegiado de ministros

Independentemente da decisão do Supremo, o Congresso também tem mecanismos para suspender o decreto. Como explica Marcos Perez, da USP, seria preciso um decreto legislativo para revogar o ato do presidente.

"É algo relativamente fácil, seria necessário ter maioria simples na Câmara e no Senado", explica Luis Ponci, da PUC.

Os constitucionalistas afirmam que o Executivo extravasar seu poder em um assunto como essa não é uma questão marginal. "São questões fundamentais para o Estado de Direto, a separação do Poder, a hierarquia das leis".

Marcos Soares, da Comissão de Segurança Pública da OAB-SP, acredita que o STF deve barrar o decreto, ao menos nas partes que contrariam a legislação. "Editar um decreto que não será efetivo gera uma insegurança, uma confusão na população", diz.

Para Marcos Perez, da USP, a questão exige um debate longo e editar um decreto "que provavelmente será derrubado" é um "desserviço".

"Claro que pode ser um factóide (por parte da Presidência), para dizer 'eu tentei fazer, mas o Congresso e o Supremo não deixaram", diz Perez. "Se as instituições estiverem funcionando, ele será suspenso ao menos em parte."

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O Prefeito realizou um plantão administrativo na manhã do último sábado (11/05) na Prefeitura de Camaçari. O prefeito Elinaldo Araújo estendeu a agenda da semana para atender demandas da população e discutir as ações de governo para o esporte, infraestrutura e lazer. Com a presença do secretário de Governo, José Gama, e do secretário de Turismo, Gilvan Souza, o prefeito deliberou ainda, sobre as ações emergenciais para minimizar os estragos causados pela chuva que atingiu Camaçari e Região Metropolitana nas últimas 24 horas.

Representando a localidade de Barra de Pojuca, os moradores Flavio Rios e Renato Paixão – conhecidos como “Fau” e “Renatex” – apresentaram solicitações ligadas ao esporte, desenvolvimento econômico e infraestrutura. Eles contam, que a reunião é uma forma de ajudar a gestão municipal e a comunidade, criando um diálogo permanente. “Sempre que eu venho aqui sou bem recebido e já tive varias demandas atendidas”, revela Renato.

Já o paratleta Paulo Roberto – “Paulinho Cadeirante” – campeão brasileiro de frescobol, trouxe reivindicações ligadas à sua categoria para fomento do esporte amador e de alto rendimento. “Nosso objetivo é de aumentar o número de praticante, dar mais qualidade de vida e através do esporte, formar cidadãos”, explica. Uma das propostas do paratleta é de montagem de uma arena de frescobol na praia de Jauá, na Costa de Camaçari. Como encaminhamento da proposta, ficou definida uma reunião entre os titulares da Secretaria de Esportes, Juventude e Lazer (Sejuv) e da Secretaria de Turismo (Setur), para analisar o projeto.

A pauta da sede do município, referente aos bairros da Bomba e do Natal, foram apresentados por uma comissão representada pelo vereador Pastor Neilton e Pastor Jorge. Dentre as solicitações, estão serviços de saneamento, drenagem, requalificação de quadra de esportes e revitalização do Horto Florestal, compreendendo ações ambientais, iluminação e segurança do local.

Para o prefeito Elinaldo, a ampliação da agenda é gratificante e necessária para poder atender a população. “Quando eu abro uma agenda de atendimento em pleno final de semana é porque eu sei que tem demandas importantes que precisam ser atendidas e discutidas por quem está na comunidade, vive a realidade do problema. E a nossa felicidade é de poder dialogar e receber no gabinete, pedidos que vão atender a coletividade e proporcionar mais qualidade de vida para os moradores dessas localidade”, define o gestor o municipal.

Durante as reuniões, o prefeito acionou as Secretarias responsáveis pelos serviços e intermediou o contato com os moradores, inclusive com encaminhamento para definição de projetos, estudo de viabilidade técnica e financeira.

O prefeito Elinaldo Araújo estendeu a agenda da semana para atender demandas da população e discutir as ações de governo para o esporte, infraestrutura e lazer

Foto: Ascom/PMC

Uma das propostas do paratleta é de montagem de uma arena de frescobol na praia de Jauá, na Costa de Camaçari

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Temer passa 1º noite preso na sede da PF em SP

Publicado em BRASIL
Sexta, 10 Mai 2019 12:10

Ex-presidente se entregou na tarde desta quinta (9) para cumprir prisão após revogação de habeas corpus.

O ex-presidente Michel Temer (MDB), de 78 anos, passou a primeira noite na sede da Polícia Federal na Lapa, Zona Oeste de São Paulo. Para cumprir prisão após o habeas corpus que o mantinha livre ser revogado.

Temer deixou sua casa, na Zona Oeste da capital, e seguiu escoltado até a Superintendência da PF.

Temer vai passar a noite em sala de reuniões improvisada com 20 m² na superintendência da PF — Foto: Abraão Cruz/TV Globo

Temer vai passar a noite em sala de reuniões improvisada com 20 m² na superintendência da PF

Foto: Abraão Cruz/TV Globo

O ex-presidente não está na carceragem, localizada no terceiro andar, junto com os outros presos. Ele ficou em uma sala a poucos metros do gabinete do superintendente. É um espaço com cerca de 20m², usado em reuniões e videoconferências. O local também costuma ser usado para entrevistas coletivas, quando o auditório principal não pode ser usado.

A sala não tem banheiro, e o mais próximo, com chuveiro quente, fica no fim do corredor, a cerca de três metros de distância do espaço. Na noite desta quinta-feira, assessores de Temer providenciaram o jantar. A partir de sexta-feira (10), ele deve receber a “quentinha” da carceragem. Agentes federais farão a segurança dele 24 horas por dia.

Irregularidades em Angra 3

Temer é acusado de chefiar uma organização criminosa que teria recebido R$ 1,091 milhão em propina nas obras da usina nuclear de Angra 3, operada pela Eletronuclear. O ex-presidente foi denunciado pelo Ministério Público pelos crimes de corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

O Ministério Público Federal do Rio de Janeiro afirma que a soma dos valores de propinas recebidas, prometidas ou desviadas pelo suposto grupo chefiado pelo ex-presidente ultrapassa R$ 1,8 bilhão.

Também se entregou à PF na tarde desta quinta João Baptista Lima Filho, o coronel Lima, amigo do ex-presidente e sócio da empresa Argeplan. O coronel dormiu no Presídio Romão Gomes, da Polícia Militar, no Tremembé, Zona Norte da capital.

No início da noite, Temer e Lima foram fazer exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML), na região central de São Paulo.

O desembargador Abel Fernandes Gomes, do Tribunal Regional Federal da 2ª região (TRF-2), determinou que Temer e Lima devem ficar presos em São Paulo.

Sem transferência para o Rio

Por enquanto, Temer ficará na sede da Superintendência da PF na Lapa, e não há previsão de ele ser encaminhado para prisão no Rio, ao contrário do que ocorreu em março.

A defesa do ex-presidente pediu nesta quinta-feira (9) liberdade ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). O ministro Antonio Saldanha, relator do pedido, disse que levará o caso para discussão no STJ na próxima terça-feira (14).

"Temos uma tradição na Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça de levar ao colegiado casos de grande repercussão, é uma forma de privilegiar o princípio da colegialidade", afirmou Saldanha à TV Globo.

Temer se encaminha para a seda da PF em SP (Gnews) — Foto: Reprodução GloboNews

Temer se encaminha para a seda da PF em SP (Gnews)

Foto: Reprodução GloboNews

Como foi a prisão

Na quarta-feira (8), Temer disse que iria se apresentar "voluntariamente", ao contrário do que ocorreu em 21 de março, quando foi abordado na rua e preso por policiais federais em um desdobramento da operação Lava Jato no Rio.

O comboio com o ex-presidente saiu de sua casa às 14h40 e chegou menos de 20 minutos depois à sede da PF, na Lapa, também na Zona Oeste de São Paulo. Sua defesa quer que ele fique detido na Superintendência na capital paulista, e não na do Rio, onde permaneceu preso em março. A PF alega não ter condições de abrigá-lo: por ser ex-presidente, Temer tem direito a uma sala de estado maior, o que não há no prédio da Lapa.

Por volta das 18h25, ele deixou a sede da PF para fazer exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML).

A defesa de Temer queria que o exame fosse feito na própria sede da PF. "Há uma determinação do Conselho Regional de Medicina que proibiria os médicos de corpo de delito em unidade policial. Os médicos foram alvos de representação do CRM em razão disso. O princípio da determinação da resolução é preservar a integridade da pessoa que foi presa e permitir que ela seja examinada em ambiente em que ela não seja submetida a uma pressão", disse Carnelós.

"Estamos falando de alguém que não foi buscado para ser preso, alguém que foi acompanhado de seus advogados para cumprir ordem determinada pelo TRF-2. Me parece despropositada que o CRM compreenda que não há nada que impeça que o exame seja feito na sede da PF."

Temer chega ao IML — Foto: Abraão Cruz/TV Globo

Temer chega ao IML

Foto: Abraão Cruz/TV Globo

Por G1 São Paulo

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A equipe econômica do governo estuda fazer mudanças no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Os objetivos são estimular a economia, elevar a rentabilidade do dinheiro e flexibilizar as formas de acesso aos recursos.

O governo analisa inclusive ampliar as possibilidades de saques das contas e a rentabilidade do FGTS. De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, os estudos sobre o aumento da rentabilidade do fundo –que tem guardado R$545 bilhões– estão em fase inicial.

O FGTS é uma conta aberta na Caixa Econômica Federal vinculada ao contrato de trabalho. Nela, os empregadores depositam, em nome dos empregados, o valor correspondente a 8% do salário dos funcionários.

O fundo foi criado para ser usado em compras de casas, ajuda em caso de doenças graves ou proteção dos trabalhadores que são demitidos sem justa causa. O dinheiro guardado quase sempre tem ganhos abaixo da inflação porque o rendimento equivale à taxa referencial, mais os juros de 3%.

Em 2016, o ex-presidente Michel Temer liberou o saque de R$ 44 bilhões de contas inativas. De acordo com a Caixa, mais de 30,2 milhões de brasileiros tiveram direito ao saque do beneficio. A medida ajudou a estimular o PIB (Produto Interno Bruto) daquele ano, que cresceu 1,1% após 2 anos de retração.

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Influenciado pelo aumento nos preços dos alimentos, combustíveis e remédios, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do Brasil, ficou em 0,57% em abril, de acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Leia também: Após bloquear quase R$ 30 bilhões, governo fará novo corte ainda este mês

Esse é o maior valor para um mês de abril desde 2016, quando a taxa ficou em 0,61%. Juntos, os grupos de alimentação e bebidas, transportes e saúde e cuidados pessoais, que mais apresentaram alta nos preços, foram responsáveis por 89,5% do valor da inflação do mês.

Confira:

  • Transportes: +0,94% 
  • Alimentação e Bebidas: +0,63% 
  • Saúde e Cuidados Pessoais: +1,51% 
  • Habitação: +0,24% 
  • Vestuário: +0,18%
  • Despesas Pessoais: +0,17% 
  • Educação: +0,09%
  • Comunicação: +0,03% 
  • Artigos de Residência: -0,24%

J”Juntos, os três maiores grupos tem impactos de 0,16 ponto percentual (p.p.), 0,17 p.p. e 0,18 p.p., respectivamente”, destacou o IBGE. Individualmente, os maiores aumentos nos preços foram com a gasolina, que subiu 2,66% e os remédios, 2,25%, que sofreram aumento no fim de março .

Apesar disso, a inflação de abril é menor do que a registrada em março, quando estava em 0,75%. No acumulado em 12 meses, o  IPCA atingiu 4,94%. Esse resultado é o mais alto desde janeiro de 2017, quando a inflação acelerou 5,35%.

 
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Fortalecendo as ações do Programa Prefeito Amigo da Criança (PPAC) e cumprindo os pré-requisitos para a elaboração do Plano Municipal para a Infância e Adolescência (PMIA), uma série de atividades, entre palestras, filme, roda de conversa e oficinas, foi realizada na tarde desta quinta-feira (9/5) na Escola Municipal Virgínia Reis Tude, no bairro Verdes Horizontes.

Diversos membros da rede colaborativa se fizeram presentes e abordaram variados temas. O primeiro a falar foi o perito do Tribunal de Justiça da Bahia, Waldyr Dy Almeida, que conversou com cerca de 200 jovens com idade entre 12 e 15 anos, das turmas do 6º ao 9º ano, sobre Bullying, trazendo experiências pessoais do seu cotidiano e história de vida.

Foto: Kelvi Lima

O perito do Tribunal de Justiça da Bahia, Waldyr Dy Almeida, conversou com os jovens

Foto: Kelvi Lima

Ao longo da tarde, foi debatido com os jovens sobre Saúde na Adolescência, por meio da Secretaria da Saúde (Sesau); Oportunidades no Esporte, pela Secretaria de Esporte Lazer e Juventude (Sejuv); Trabalho Infantil, pela Secretaria da Educação (Seduc); e sobre a 1ª Infância, através da Secretaria do Desenvolvimento Social e Cidadania (Sedes).

Foto: Kelvi Lima

Emily Cerqueira, 13 anos, e Bianca Ferreira, 14, ambas alunas do 9º ano

Foto: Kelvi Lima

As adolescentes Emily Cerqueira, 13 anos, e Bianca Ferreira, 14, ambas alunas do 9º ano e amigas inseparáveis, falaram sobre como enxergam o encontro. “Esse momento de acolhimento nos aproxima e nos deixa a vontade para falar o que pensamos e sentimos. Nos ajuda a entender muitas coisas e refletir sobre elas”, afirmaram, ao contar que a depressão é algo presente na comunidade escolar e que já tiveram a oportunidade de ajudar amigos através de gestos de carinho e atenção, mostrando que eles são queridos e não estão sós.

Foto: Kelvi Lima

A subsecretária de Relações Institucionais, Janete Ferreira, também coordena o PPAC

Foto: Kelvi Lima

A subsecretária da Secretaria de Relações Institucionais, Janete Ferreira, que também coordena o PPAC, explica que as ações trabalham em cima de 24 eixos, a exemplo de violência nas escolas, saúde mental, convivência familiar e prevenção por uso abusivo de drogas. “A cada passagem pelas escolas abordamos um conjunto de temas através de membros que integram a nossa rede colaborativa que é formada por representantes de diversas entidades e órgãos que se dedicam de maneira conjunta a garantir o Sistema de Direitos das nossas crianças e adolescentes”, disse.

Entre organismo que fazem parte da rede, estão a Ministério Público, órgão de segurança pública, conselhos tutelares, associações, as secretarias que integram o governo, Juizado da Infância e Juventude, gestores escolares, e entidades representativas de diversos segmentos, como saúde, comércio e social.

Foto: Kelvi Lima

Gestora da Escola Virgínia Reis Tude, Rejane Rocha

Foto: Kelvi Lima

A gestora da Escola Virgínia Reis Tude, Rejane Rocha, ficou satisfeita em receber na unidade a iniciativa. “A comunidade é carente, principalmente de informações, e a escola é esse espaço que precisa promover debates, e é bom contar com essa rede, no qual diversos setores podem conversar e orientar os nossos jovens sobre variados assuntos”, disse Rejane.

A diretora da unidade complementou: “O aprendizado não acontece apenas em sala de aula. Aprender é conhecer seus direitos e deveres, exercer sua cidadania. Esse sem dúvida é um momento ímpar pra Camaçari, porque nós percebemos que a educação não está caminhando sozinha, afinal a escola é um espaço que abarca todos os problemas sociais, então a escola é uma amostragem de uma comunidade. Aqui vivenciamos diversas situações e nesse momento é importante essa abordagem e  reflexões sobre as responsabilidades de ser um adolescente e as consequências de suas ações”, concluiu Rejane.

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Vanessa Sousa, que de forma inesperada ficou paraplégica, falou sobre superação

Foto: Kelvi Lima

O encontro dessa tarde com alunos da rede foi também momento de falar sobre superação. E pra contar sobre a experiência vivida há pouco mais de quatro meses, veio à unidade escolar a jovem de 22 anos, Vanessa Sousa, que de forma inesperada ficou paraplégica e venceu diversos momentos difíceis durante os 23 dias internada no hospital como parada cardíaca e inúmeros quadros de infecção. “Essa é a primeira vez que venho pessoalmente falar sobre a minha experiência. Compartilho para mostrar para eles que somos maiores que os nossos problemas e que viver sempre vale a pena. Apesar de tudo, continuo tendo alegria de viver e busco aproveitar tudo de bom que a vida tem pra me oferecer”, falou otimista.

A próxima unidade da rede a receber a ação é a Escola Fonte da Caixa, em Vila de Abrantes, prevista para acontecer no dia 14 de maio.

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Apesar de ser utilizada como piada constantemente na internet, a possibilidade de um asteroide colidir com a Terra, mesmo que daqui a milhares de anos, existe, e para tentar prever possíveis danos e mitigá-los, agências espaciais como a Nasa já trabalham em táticas para evitar a extinção da raça humana.

Durante o evento Conferência de Defesa Planetária deste ano, o órgão espacial dos Estados Unidos, em parceria com diversos especialistas do setor aeroespacial, promoveu uma simulação de impacto de asteroide na Terra e pudemos saber, de maneira oficial, quais seriam as consequências de uma situação do tipo.

Abaixo, você confere como foi o exercício, que felizmente é 100% hipotético, mas ajudou os especialistas a verem possíveis fraquezas em uma situação do tipo.

A simulação

A simulação da Nasa começou com o alerta de que um asteroide de até 300 metros de diâmetro poderia atingir a Terra em 2027. Apesar das chances serem de apenas 1%, o órgão precisava tomar atitudes para evitar o possível desastre.

Um grupo de especialistas seria selecionado para estudar o corpo celeste e, em 2021, uma sonda seria enviada ao espaço para obter informações mais detalhadas do asteroide. Nesta análise, o órgão descobre que a Terra realmente será atingida e, assim como em muitos filmes, os Estados Unidos é o alvo.

Os cálculos feitos pelos estudiosos apontam que a cidade de Denver será o ponto de impacto e será totalmente destruída. Para tentar evitar a chegada do asteroide, a Nasa coloca em ação um plano de defesa para desviar a rota do meteoro com seis sondas.

Por causa da produção demorada, o método de defesa só entra em ação no ano de 2024, quando as quatro sondas são lançadas em direção ao asteroide. Infelizmente, apenas três atingem o corpo celeste e uma pedra de 60 metros ainda continua a caminho da Terra. Com a rota desviada, agora o ponto de impacto é outro: Nova York.

Imagem: ESA | Nasa

Com um bom tempo sobrando para a chegada do asteroide, o governo dos Estados Unidos sugere lançar uma bomba nuclear para desviar a rocha que está vindo para o leste do país. O plano, porém, acaba não indo para frente por causa de tensões políticas.

Os planos agora são de evacuar a cidade e tentar salvar o máximo de patrimônios históricos possíveis antes do impacto, que seria devastador: ao entrar na atmosfera, a rocha espacial chegaria a 69 mil km/h e causaria uma explosão mil vezes mais forte que a bomba de Hiroshima.

Como Nova York conta com 10 milhões de habitantes, a evacuação gera questões diplomáticas que vão desde quem arcaria com os custos da mobilidade de tanta gente até onde todo mundo seria abrigado. Tudo isso cerca de seis meses antes do impacto acontecer. A região do Central Park, o epicentro da queda, seria totalmente monitorada para evitar o máximo de baixas e tornar a recuperação pós-impacto mais simples.

O resultado da simulação não é tão prazeroso de ser visto, mas o objetivo do estudo é esse mesmo: imaginar cenários complicados e tentar lidar com os problemas, que vão desde a demora na construção de sondas e lançamentos de mísseis até questões diplomáticas e de teor mais humano.

Além de diversos especialistas já estarem pensando em defender o planeta, a Nasa também conta com um programa em parceria com a SpaceX para desviar possíveis asteroides. Ou seja, se uma pedra gigante vier para o lado da Terra nos próximos anos, pelo menos teremos a chance de se defender.

Via: SuperinteressanteABC Local

Por Mateus Mognon

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Série, que já tem todos os episódios disponíveis no Globoplay, estreia nesta terça, 7/5, e traz a atriz vivendo a enteada do prefeito de Pitombas, cidade fictícia do interior do Ceará e que se envolve com Francis, o dono do cinema local.

Nesta terça, 7/5, estreia Cine Holliúdy na TV Globo. A série, que já tem seus 10 episódios disponíveis no Globoplay, conta a história de Francis (Edmilson Filho), "cinemista" de Pitombas, que enfrenta a ameaça da chegada da televisão à cidade e esvazia o cinema local. No primeiro episódio, quem também está por perto é a enteada do Prefeito Olegário (Matheus Nachtergaele), Marylin.

A personagem, interpretada por Letícia Colin, é uma garota paulista que chega em Pitombas a contragosto, mas que aos poucos vai se encantando pelo local e pela sétima arte, o cinema.

"A Marylin é uma personagem que desabrocha durante a história e acho que ela é salva pelo cinema, pela arte. Acho que ela se descobre excepcional", conta a atriz.
A paulistana Marylin mexe com o coração de Francis — Foto: Globo/Marcos Rosa
A paulistana Marylin mexe com o coração de Francis
Foto: Globo/Marcos Rosa

Marylin vai se envolver com Francis no decorrer da série e participar dos filmes do dono do cinema local. Letícia conta como foi viver diversas facetas da mesma personagem: "É muito divertido. Eu me sinto brincando. É uma energia no set bem de infância, no melhor sentido da coisa".

O Ceará dos anos 70 é o palco das aventuras de Francis, Marylin e toda a população de Pitombas.

"É um encontro do Brasil com a sua criatividade, inventividade, seu potencial transformador e com o cinema. É uma visita a um Ceará, a uma parte do Brasil que tem muito pra ensinar e encantar", acredita a atriz.

Letícia Colin reflete sobre Marylin: 'É salva pela arte' — Foto: Gshow

Letícia Colin reflete sobre Marylin: 'É salva pela arte'

Foto: Gshow

Letícia continua lembrando como foi sua preparação para viver a jovem na série e revela um pouco sobre a personalidade da filha de Socorro (Heloísa Périssé) e destaca a força das personagens femininas da série.

"Elas têm um pé já na década seguinte. São personagens que apontam para o futuro pra um lugar de protagonismo da mulher, que é algo que torna também o olhar da série muito atual. A ideia sempre foi fazer essa mocinha que tivesse muita personalidade, um sangue quente", afirma.

Letícia Colin é Marylin em 'Cine Holliúdy'! — Foto: Globo / Ramón Vasconcelos

Letícia Colin é Marylin em 'Cine Holliúdy'!

Foto: Globo / Ramón Vasconcelos

Ao longo da série, Marylin vai pegando o gosto pelo cinema e surge a ambição de ficar famosa, o que faz Letícia Colin refletir sobre o tema: "Ela vai ser mordida ali meio que por um bichinho da vaidade, do sucesso... Ela começa a ver que ser atriz é muito legal. É uma caricatura em cima disso tudo, que não deixa de ser uma crítica também".

Sobre as mudanças que viver a personagem lhe trouxe, Letícia Colin é direta ao dizer que também foi salva pela arte, da mesma forma que Marylin.

"A Marylin me deu uma reflexão e comprovação que a arte muda a vida das pessoas. Viver podendo ver filmes e ler livros, isso tudo multiplica nosso olhar, nosso pensamento. Eu também fui salva pela arte. Sou muito grata a esse ofício", reflete.

Curtiu Cine Holliúdy? Conheça e assista ao primeiro episódio de 'Tome Prumo', websérie exclusiva do Gshow estrelada por Edmilson Filho!

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Tome Prumo (1ª Temporada) - Episódio 1: Calibrando

Cine Holliúdy é uma série de Marcio Wilson e Claudio Paiva, baseada no longa-metragem homônimo escrito e dirigido por Halder Golmes. A direção artística é de Patricia Pedrosa e a direção de Halder Gomes e Renata Porto D’Ave. No elenco estão Edmilson Filho, Leticia Colin, Matheus Nachtergaele, Heloísa Perissé, Falcão, Haroldo Guimarães, Gustavo Falcão, Solange Teixeira, Carri Costa e Frank Menezes, além de participações especiais de Ney LatorracaChico DiazMiguel FalabellaIngrid GuimarãesTonico PereiraBruno GarciaRafael InfanteRafael Cortez, entre outros.

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O programa  vai durar oito meses e tem uma programação multidisciplinar. As inscrições podem ser feitas através do site da empresa.
 
Redação iBahia
 
ibahia.com
 
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